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Sobre a chuva , o mar e os segredos...
"Apenas pelas palavras o ser humano alcança a compreensão mútua. Por isso, aquele que quebra sua palavra atraiçoa toda a sociedade humana".
...e nesse momento chove do céu pra cá, uma tempestade não querida, uma tempestade que arrasta pelas ruas tudo que vê, tudo que toca, tudo que nela se arrisca, porque estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade e mesmo com tantas lágrimas...digo, chuva, o mar continua revolto, sem dar chance para aqueles que sofrem, temem toda fúria inata, talvez incerta, talvez medonha.
Porque falar de saudade não é tarefa fácil, porque talvez não sei se consigo falar sobre isso, nostalgia talvez!? "descrever uma sensação de saudades de um tempo vivido"´, é, acho que sei do que se trata, do que se fala. Porque ele foi lá. Porque percebemos que estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade. Porque mesmo que com a grandiosidade do mar ele se mostra tão profundo, intenso...um lugar de segredos. E se ingressamos nele, o bilhete para a saída contém o destino.
Talvez seja nesse momento que transborda a saudade, que faz a nostalgia se alimentar e querer, e querer, e querer...mas, não há outro inverno além da solidão.
e para o registro..."Enganar-se a respeito da natureza do amor é a mais espantosa das perdas. É uma perda eterna, para a qual não existe compensação nem no tempo nem na eternidade: a privação mais horrorosa, que não é possível recuperar nem nesta vida... nem na futura!
Porque falar de tempestade não é fácil, não é desejado!
Escrito por Giselle às 13h14
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