Do que me despeço...
Aqui virou símbolo de tristeza e relato de mágoas e das faltas que fazem tantas coisas... Hoje estou me despindo do que ficou lá pra trás, para que seja "tudo novo dénovo" tudo para renovar, reinventar, para reviver, para ser. Dizem que as palavras tem força! Hj posso afirma-las que têm sim, sem pensar duas vezes na grandeza delas...por mais que precisem ser reforçadas, repetidas, interrompidas, reafirmadas, re, re, re...enfim, mesmo que todos os dias vc ouça as mesmas coisas, mas, um dia, um dia, elas se mostram sim! mesmo para entristecer, magoar, quer dizer (re) dénovo, reafirmar o que já é sabido. Isso tudo como sempre parece a repetição dos temas aqui lançados, e agora elas se mostram mas uma vez para vcs. Pra mim, quem sabe reforça o que já se sabia e o que é sabido e re, reafirmado todos os dias.
Escrito por Giselle às 11h06
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Afff...
O nome desse blog deveria ser... A falta que faz!
Escrito por Giselle às 12h34
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Do que se faz presente todos os dias e da falta que faz!
...como lembrança, como alumbramento, como qualquer coisa que faz lembrar e querer bem. Mas, todas as noites como uma novela, já é sabido o final, do que se faz necessário... mesmo estando em contradição com quem mas sabe das coisas do coração, ele mesmo.
É o momento de findá-lo, de permitir que aquela pessoa que já teve grande sentido em sua existência vá agora participar de outras relações, e esta é a beleza da vida: nos encontramos com as pessoas, trocamos, e depois nos desligamos, para ficarmos abertos a outros relacionamentos. Internalizando.
Escrito por Giselle às 12h28
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Sobre o mar, a lua, o sol e as estrelas...
é alumbramento sim, tudo que sinto por ele! do tempo só confirmação de tudo que explode aqui dentro...do tempo, só re(afirmação), do tempo, nem sei falar mais dele porque falta é o que faz... sentir falta. Registro
Escrito por Giselle às 21h04
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Diz o horóscopo...
A palavra é aceitação - ACEITAÇÃO ...eu tava tentando acessar isso aqui desde ontem-ontem... dificil! senha, ip sei lá mais o que impossibilitavam meu acesso, acho que não era pra postar o que tava gritando aqui dentro de mim. Era no impulso, era talvez a aceitação daquilo que foi dito e não foi "abstraido" tão comum isso dito por mim...mas, tão dificil executar a essência da palavra (em alguns momento) ABSTRACÃO - ACEITAÇÃO. É porque ele não sabe do alumbramento que sinto por ele... Registro.
Escrito por Giselle às 10h23
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Admirando a Lua Cheia nestas noites, e tentando compreender que ela me concede o dom da renovação.
Escrito por Giselle às 14h32
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Do que eu preciso me libertar??? Nada como uma noite dormida, mas, não bem dormida pra "guardar" o que me interessa e me desinteressa aos poucos... Pode chamar ele vai!!!
Escrito por Giselle às 12h50
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Afirmando as próprias visões...
Escrito por Giselle às 10h52
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"a boca fechada"...
...continuo. acho que tenho guardado pra mim mesmo, mas tenho dito pra ele sempre. Porque espectativas agora não cabem! mas sempre há um momento de todos os dias que ela aparece... dizer que não, é farsa! admitir é sempre recolocar as amarras. Caro leitor, chama o síndico, por favor!!!
Escrito por Giselle às 11h34
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Eterno querido - José Saramago
Porque aprendi a gostar muito de suas palavras... Poema à boca fechada
"Não direi: Que o silêncio me sufoca e amordaça. Calado estou, calado ficarei, Pois que a língua que falo é de outra raça.
Palavras consumidas se acumulam, Se represam, cisterna de águas mortas, Ácidas mágoas em limos transformadas, Vaza de fundo em que há raízes tortas.
Não direi: Que nem sequer o esforço de as dizer merecem, Palavras que não digam quanto sei Neste retiro em que me não conhecem.
Nem só lodos se arrastam, nem só lamas, Nem só animais bóiam, mortos, medos, Túrgidos frutos em cachos se entrelaçam No negro poço de onde sobem dedos.
Só direi, Crispadamente recolhido e mudo, Que quem se cala quando me calei Não poderá morrer sem dizer tudo". José Saramago
Escrito por Giselle às 15h58
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Sky toca...
It's impossibleIt's impossible to love youIf you don't let me know what you're feelingIt's impossible for me to give you what you need If you're always hidin' from me
I don't know what hurt you I just, I wanna make it right Cos boy I'm sick and tired of trying to read your mind
It's impossible (impossible) Oh baby it's impossible for me to love you It's the way it is It's impossible (impossible) Oh baby it's impossible If you makin' it this way
Impossible to make it easy If you always tryin' to make it so damn hard How can I, how can I give you all my love, baby If you're always, always puttin' up your guard
This is not a circus Don't you play me for a clown How long can emotions keep on goin' up and down
It's impossible (impossible) Oh baby it's impossible for me to love you It's the way it is It's impossible (impossible) Oh baby it's impossible If you keep treating me this way Over, over (over and over)
Impossible baby (impossible, impossible) If you makin' it this way, this way Oh baby, it's impossible If you makin' it this way. Impossible (ft. Christina Aguilera)
Escrito por Giselle às 10h46
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O melhor da semana - Kamasutra
Eu gosto mesmo é de "adoração"...pq ter alguém que faça isso pra vc é deliciosamente excitante. Mas me encanta ainda mais "flor de lotus" ...não é egoismo, mas é gozo garantido. E no fim "submissão"...pq se entregar a dominação do outro é pitoresco.
Escrito por Giselle às 12h01
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Registro não realizado
Eu, definitivamente acordei! e internalizei que "café pequeno" não me interessa mais. Na verdade nunca gostei, se eu posso pagar R$ 5,85 por um grande, não faz sentido de prazer pagar a metade e só ter a metade. Porque pouco pra mim já diz tudo, é pouco! Eu gosto do grande, eu gosto de muito. Acho que o caixa tava sempre me enrolando...eu tava gastando todas minhas fichas no que não faz sentido de prazer pra mim.
Escrito por Giselle às 12h55
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Estou de acordo!
Parte I "Ninfetas, balzaquianas e pequenas burguesas se encantam do mesmo jeito pela feiúra dos homens". Começando a rever o que realmente gosto em um homem... Parte II Mudando de opinião...vai passar, vai passar.
Escrito por Giselle às 15h50
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Carta ao leitor
As vezes acho que sou louca!!! As vezes não, quase sempre! Quase sempre porque ninguem deixa eu esqueçer disso...pelo que falo, como falo, como sou, como vivo a vida que não é de mais ninguem...até então. Eu que quero tanto, e não consigo querer deixar de querer o que grita aqui, o que fala alto quase sempre...é como avalanche, que leva. Mas, sempre estou de volta. É um surto? não, não é. Porque é muito consciente. É ruim, isso eu tenho certeza. Saõ exatamente estas certezas que ponho ??? (três vezes se necessário) Dia desses estava conversando com uma amiga muito amiga, pronto, eu estava certa. É por querer, é por ser, é por acreditar nas coisas simples da vida ou é por talvez não ter mais tempo... com tanto tempo ainda sabido que tem pela frente. É por ser assim, saber o que quer, como quer e quando quer. Adotar outras caracteristicas para sair do "estigma" ou convencer da mesmiçe, da futilidade, do objeto de luxuria que dos outros é tão evidente...não. Eu estava certa, obrigada amiga.
Escrito por Giselle às 14h51
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Falando de amor - Tom Jobim
Porque dentro de mim é só amor... Se eu pudesse por um dia Esse amor, essa alegria Eu te juro, te daria Se pudesse esse amor todo dia Chega perto, vem sem medo Chega mais meu coração Vem ouvir esse segredo Escondido num choro canção Se soubesses como eu gosto Do teu cheiro, teu jeito de flor Não negavas um beijinho A quem anda perdido de amor Chora flauta, chora pinho Choro eu o teu cantor Chora manso, bem baixinho Nesse choro falando de amor Quando passas, tão bonita Nessa rua banhada de sol Minha alma segue aflita E eu me esqueço até do futebol Vem depressa, vem sem medo Foi pra ti meu coração Que eu guardei esse segredo Escondido num choro canção Lá no fundo do meu coração
Escrito por Giselle às 16h12
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O segredo da ficção - Fascinação
Porque pra mim tudo é tormenta...falar de amor sem falar de dor, sonhos, desejos, porque no amor a grande trama dos sentidos se encontra lá, nas entranhas dos meus desejos, das minhas vontades, vontades que não passam, não passam...e de repente eu sempre falo das minhas vontades. Isadora Duncan fala de amor a pátria, da guerra, do amor submisso a quem? Pra quem? Porque o sofrimento tão evidente, tão às claras, pra mim... sentido das ostras, por que vivas enquanto se guardam, se preservam no mais fundo íntimo e de novo, de repente...abertas, porque são apenas feridas abertas que se consomem, e depois apenas... sol e mar de pérolas. As imagens do mundo só me fazem desejar, as palavras ficam no meio, partidas. Incompletude. Encantamento e alumbramento pra mim, já não fazem mais sentido. Registro - vontade de chorar.
Escrito por Giselle às 15h11
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...eu penso que pode ser assim.
http://www.youtube.com/watch?v=yKo0FK6-O-E
Escrito por Giselle às 19h54
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...por outra estrada.
Eu tava aqui na minha e você foi aparecer derramando estrelas sobre a minha solidão eu sei eu não queria nem de longe conhecer alguém pra iludir denovo o meu coração você n poderia surgir agora você nem deveria me olhar assim. Alguma coisa diz que pra eu ir embora e outra diz que eu quero você pra mim. Eu tava aqui pensando em tudo mais menos você ache tão engraçado ter prestado atenção na sua distraída intensão, de me entender como se já soubesse a chave da minha prisão mas, eu não poderia fugir agora você nem deveria tentar assim. Alguma coisa diz que é pra eu ir embora e outra diz que eu quero você pra mim. Nem sei se eu quero pensar mais nada, nada. Tudo que eu tinha larguei pelo chão de uma outra estrada Você não poderia surgir agora Você nem deveria me olhar assim Alguma coisa diz que é pra eu ir embora e outra diz que eu quero você pra mim. Você não poderia surgir agora. Dudu Falcão  Porque das minhas vontades...eu quero seguir pelos caminhos dele.
Escrito por Giselle às 11h45
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íntimo instávelllll
Vc fala? onde estão as respostas? estou triste. quero colo! Hunff...
Escrito por Giselle às 11h02
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Carta ao leitor
Sempre tive vontade de escrever cartas ao leitor, mesmo sem saber quem ele é, mesmo sem saber de onde ele vem. Porque você pode ser o leitor como eu também, talvez seja pra você talvez seja pra mim tudo isso aqui. Porque tudo que eu escrevo é complicado demais pra mim, talvez tudo seja complidado demais pra mim e pra você. Porque o que deixa agente triste é ter que ler, ler aqui, ler ali..ler e ler tudo que eu não queria saber. Ou quem sabe tudo por aqui não seja nada do que você queria saber. Porque nem eu sei o quero dizer, muito menos sei o que eu quero ler. Quero nada, é mentira! Quero tudo, mentira também! Tudo que eu quero já começa assim.."tudo que eu quero", parece que agente quer tudo, mas eu não quero tudo, eu só quero...só nada. Aprendendo a mudar de opnião. (Já dizia Dudu)
Escrito por Giselle às 18h01
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A noite no escuro...
desde pequena eu sempre gostei de esconder minha tristeza nas noites escuras e de silêncio de meu quarto. Ontem por um momento foi como regredir a velha infância. Olhei bem debaixo da cama pra ver se não tinha nenhum "bicho" fechei bem as janelas pra que a pouca circulação do ar pudesse me aquecer. Peguei no guarda roupa uma manta quentinha pra aquecer mais. A tv nem mesmo no sleep, como todas as noites. Silêncio. É que eu precisa sentir e deixar tudo que guardava dentro de mim pra fora. 
Escrito por Giselle às 09h23
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Esperando a primavera chegar...
"...ela vem chegando..." O bom das coisas mesmo é ter hitórias pra contar. O melhor mesmo é depois poder rir, rir de tudo...mesmo dos "conteúdos" negativos. Ou que pelo menos seja mais um capítulo das vivências, pra poder escolher...escolher bem. O que é desejado e o que é descartável. Mais um dia, ainda frio, sob a Lei de Poiseuille.
Escrito por Giselle às 19h34
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"Mudar pra que" (???)
Quem sabe eu deveria ter um "wik" próprio para explicar a diversidades, oscilações, bipolaridades ou seja lá o que for referente a VIDA e o SENTIDO dela. Porque talvez aqui seja o depósito dessas extremidades tão reafirmadas e registradas. Talvez também se explique pelo abandono dessas linhas aqui, ou apenas as vivencias intensas das linhas lá fora que faz o afastamento acontecer. Das coisas boas...mudanças!. Das coisas que afagam, que dói, que transforma...mudanças!. Do sentido da TROCA, o que procuro...silêncio!. Porque na doação não se espera nada, mas, do que se é espontâneo e se oferecido não interessa “mudar pra que” (???) Registro de um dia frio, nublado e chato.
Escrito por Giselle às 12h48
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Conflito, Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O conflito surge quando há a necessidade de escolha entre situações que podem ser consideradas incompatíveis. Todas as situações de conflito são antagônicas e perturbam a ação ou a tomada de decisão por parte da pessoa ou de grupos. Trata-se de um fenômeno subjetivo, muitas vezes inconsciente ou de difícil percepção. As situações de conflito podem ser resultado da concorrência de respostas incompatíveis, ou seja, um choque de motivos, ou informações desencontradas. Kurt Lewin define o conflito no indivíduo como "a convergência de forças de sentidos opostos e igual intensidade, que surge quando existe atração por duas valências positivas, mas opostas (desejo de assistir a uma peça de teatro e a um filme exibidos no mesmo horário e em locais diferentes); ou duas valências negativas (enfrentar uma operação ou ter o estado de saúde agravado); ou uma positiva e outra negativa, ambas na mesma direção (desejo de pedir aumento salarial e medo de ser demitido por isso)". Salvatore Maddi classifica as teorias da personalidade segundo três modelos, um dos quais o de conflito. Esse modelo supõe que a pessoa esteja permanentemente envolvida pelo choque de duas grandes forças antagônicas, "que podem ser exteriores ao indivíduo (conflito entre indivíduo e sociedade) ou intrapsíquicas (forças conflitantes do interior do indivíduo que se dão, por exemplo, entre os impulsos de separação, individuação e autonomia e os impulsos de integração, comunhão e submissão)". O conflito, no entanto, pode ter efeitos positivos, em certos casos e circunstâncias, como fator motivacional da atividade criadora. O conflito em algumas escolas da sociologia é enxergado como o desequilíbrio de forças do sistema social que deveria estar em repouso, isto é, equilibrado, quanto à forças que o compõe. Segundo esta teoria, não se enxerga mais o grupo como uma relação harmônica entre órgãos, não suscetíveis de interferência externa. Os conflitos, para ter uma solução pacífica, devem ter todos os meios possíveis de negociação de controvérsias, estas, precisam ser executadas com diplomacia, bons ofícios, arbitragem e conciliação. Acho que agora ficou mais claro ainda sobre o percurso da minha vida, de uns dias pra cá...tic tac, tic tac, sem parar.
Escrito por Giselle às 20h57
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A Côr da Esperança
Amanhã,
A tristeza vai transformar-se em alegria, E o sol vai brilhar no céu de um novo dia, Vamos sair pelas ruas, pelas ruas da cidade, Peito aberto, Cara ao sol da felicidade.
E no canto de amor assim, Sempre vão surgir em mim, novas fantasias, Sinto vibrando no ar, E sei que não é vã, a cor da esperança, A esperança do amanhã.
Composição: Cartola/Roberto Nascimento
Escrito por Giselle às 10h28
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Trabalhando o "desapego" (???)
Porque nunca fui muito ligada nisso de apego!...talvez em algum momento da minha vida mas que passou, que passou. Hoje ainda tenho resquisios disso, as vezes, por raras vezes me dou conta que sou apegada, pegada, pregada em determinadas coisas, coisas bobas, que se vão, que se acaba, que acaba. Gosto das coisas simples da vida, porém, não viver de simplicidade e me abster de tudo mas de "coisas" que sejam sim! carregadas de sensibilidade. É. Percebi! Sou apegada as coisas mesmo. Argggg...
Escrito por Giselle às 13h23
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Faixa de Gaza é aqui !!!...
Escrito por Giselle às 12h24
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Sobre a chuva , o mar e os segredos...
"Apenas pelas palavras o ser humano alcança a compreensão mútua. Por isso, aquele que quebra sua palavra atraiçoa toda a sociedade humana".
...e nesse momento chove do céu pra cá, uma tempestade não querida, uma tempestade que arrasta pelas ruas tudo que vê, tudo que toca, tudo que nela se arrisca, porque estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade e mesmo com tantas lágrimas...digo, chuva, o mar continua revolto, sem dar chance para aqueles que sofrem, temem toda fúria inata, talvez incerta, talvez medonha.
Porque falar de saudade não é tarefa fácil, porque talvez não sei se consigo falar sobre isso, nostalgia talvez!? "descrever uma sensação de saudades de um tempo vivido"´, é, acho que sei do que se trata, do que se fala. Porque ele foi lá. Porque percebemos que estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade. Porque mesmo que com a grandiosidade do mar ele se mostra tão profundo, intenso...um lugar de segredos. E se ingressamos nele, o bilhete para a saída contém o destino.
Talvez seja nesse momento que transborda a saudade, que faz a nostalgia se alimentar e querer, e querer, e querer...mas, não há outro inverno além da solidão.
e para o registro..."Enganar-se a respeito da natureza do amor é a mais espantosa das perdas. É uma perda eterna, para a qual não existe compensação nem no tempo nem na eternidade: a privação mais horrorosa, que não é possível recuperar nem nesta vida... nem na futura!
Porque falar de tempestade não é fácil, não é desejado!
Escrito por Giselle às 13h14
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Descendo do céu...
porque pequenos gestos valem muito pra mim! Me apego a grandiosidade das coisas pequenas, talvez seja meu grande erro porque sofro demais quando elas não vêm. Porque pensar grande não cabe na minha cabeça tão pequena, tão...tão, tão...
Talvez eu deveria desejar mais, pedir mais, cobrar mais...
Escrito por Giselle às 12h00
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Entre o céu e o inferno. (?)
Se sentir no paraíso e logo após descer ao inferno talvez seja a pior maneira de sentir as ambiguidades dos sentimentos e principalmente quando se fala na tristeza que faz pensar. Abstinência. Talvez responda todas as perguntas, mas, as frestas dadas para a mudança são distantes, escuras e dificeis de se observar quando se fala de valores, conceitos e vivência de toda uma história. Chorar a noite no "silêncio das estrelas" assim dizia Lenine...é nela que se desdobram, silênciosas, tristes e trazem consigo mudanças.
Os registros talvez sejam dificeis de compreender nesse momento, quem sabe nem mesmo eu tenha o poder da compreenção das palavras.
Escrito por Giselle às 10h59
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Agora meu bem...
Shed a tear 'cause I'm missin' you I'm still alright to smile Girl, I think about you every day now Was a time when I wasn't sure But you set my mind at ease There is no doubt You're in my heart now
Said, woman, take it slow It'll work itself out fine All we need is just a little patience Said, sugar, make it slow And we come together fine All we need is just a little patience (patience) Mm, yeah
I sit here on the stairs 'Cause I'd rather be alone If I can't have you right now I'll wait, dear Sometimes I get so tense But I can't speed up the time But you know, love There's one more thing to consider
Said, woman, take it slow And things will be just fine You and I'll just use a little patience Said, sugar, take the time 'Cause the lights are shining bright You and I've got what it takes To make it We won't fake it, I'll never break it 'Cause I can't take it
...little patience, mm yeah, mm yeah need a little patience, yeah just a little patience, yeah some what patience, yeah need some patience, yeah could use some patience, yeah gotta have some patience, yeah all it takes is patience, just a little patience is all you need *
I been walkin' the streets at night Just tryin' to get it right Hard to see with so many around You know I don't like Being stuck in the crowd And the streets don't change But baby the name I ain't got time for the games 'Cause I need you Yeah, yeah, why I need you Oo, I need you Whoa, I need you Oo, all this time **
Escrito por Giselle às 13h25
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Dopamina de minha vida?!
...na verdade ainda estou estudando o verdadeiro significado de minha vida entrelaçada na dele e ele embaralhado na minha. Dos efeitos:sei que eu gosto..quais adjetivos mais poderia falar das delícias do prazer de estar com ele?! Acho que é amor...e sobre o amor ainda é indefinido falar principalmente quando ainda estou sobre seus efeitos. Das saudades, sinto falta de seus braços me acalentando e se fazendo peça principal de meu deleite.
Sim é amor!.
Registro pós carnavalesco Sossegada
Escrito por Giselle às 16h55
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Ser mulher
Toda mãe, mais do que boas maneiras, deveria ensinar a uma filha a dançar. Porque a dança, além de tornear o corpo, modela a alma e devolve ao âmago de uma mulher, a sua essência. Dançar faz parte do rito de acasalamento de muitas espécies. É um estratagema, um convite, uma provocação. É um banho de energia, nos renova, nos conecta com nossa feminilidade, nos aflora gestos, delicadezas, ímpetos, nos torna exuberantes. A dança ensina à mulher a ser mulher. E a essa mulher que aprendeu a ser mulher, a dança ensina a ser fêmea.
Escrito por Giselle às 09h55
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Detalhes de partes uma vida cronometrado em um Calendário novo
Escrito por Giselle às 13h36
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Dos íntimos, mas íntimos...
Porque posso falar de meu alumbamento por ele sem pudores nenhum, é do nosso íntimo que eu gosto porque mesmo depois de numerosas e fatídicas discursões sobre mundo, como ser e como não ser é ao mesmo senso comum que chegamos, que somos nós mesmos preservando nossa individualidade o que nos personaliza,dividindo os mesmos espaços, espaços cheios de turbulências, calmaria, calores e tremores de pele é assim que somos, é assim que posso falar de minha paixão por ele.
Escrito por Giselle às 11h47
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...só mais um registro do que não foi dito.
Eu só queria falar das paixões e da minha paixão por ele.
Escrito por Giselle às 18h49
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E o que mais posso dizer...
Talvez porque meu íntimo seja igual ao íntimo dele. Instavél.
Porque todas as coisas na vida possam ser instavéis...porque sempre busco lá no fundo toda estabilidade que tento dar-lhe sendo assim perceptivel para mim, talvez. pra ele sim ou não...assim do meu jeito de ser, sendo eu mesma o tempo todo.
E acho que por hoje termino por aqui mesmo...porque eu nem sei o que quero falar nem mesmo sei o que acabei de dizer e porque talvez não seja nada disso, ou é tudo isso.
Escrito por Giselle às 18h46
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Das paixões de rosas roubadas e café amargo
Porque gosto da palavra alumbramento...talvez por me sentir assim quando tocada pelas mãos dele e acalentada pelos fortes abraços seguidos de beijos calorosos de paixão. E o açúcar do meu café se perde quando depois de cada despedida não pude repousar em seu ombro e não lhe sentir padecer sobre meu corpo.
Escrito por Giselle às 13h28
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A legião estrangeira
Porque livrar-se do que se amontoa, como em todos as casas, no fundo das gavetas? Vide Manoel Bandeira! Para que ele me encontre com " a casa limpa, a mesa posta com cada coisa em seu lugar " (...) além do mais, o que obviamente não presta sempre me interessa muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desejeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.
Porque é inevitável não ser assim.
Escrito por Giselle às 09h20
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Do tempo esquecido que não é mais.
E por aqui pareçia tudo abandonado, mas o que se guardava não tava nem previsto para os futuros textos que aqui eu vinha falar...porque na verdade não sei o que falar.porque fico muda com os beijos dele, porque aquele carmim nem de lembrança eu o desejo pra mim, porque de vermelho torna-se tudo aquilo que sai de dentro pra fora.de mim. Porque a luz do dia tudo fica diferente e eu nem sabia...eu nem sabia...nem sabia que poderia ser verão quando se fazia inverno e assim "encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor".
Me sinto como no outono as folhas das árvores são levadas sem destino aos mais diversos caminhos...e esses seus olhos d'alem mar onde vejo meu rosto náufrago, prosseguirão à deriva...e mais uma vez esta noite recolho-me mais cedo para, na mesma cama, te esperar.
Registro de um inverno primaveril.
Escrito por Giselle às 09h07
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...
porque eu fico rosa com os beijos dele.
Descobri que o carmim que eu usava para corar os lábios já não é mais preciso.
Escrito por Giselle às 14h24
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O pudor sendo desabotoado...
Escrito por Giselle às 23h54
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Pra falar dele
"Bem leve, de leve, revele." porque tudo fica diminuto quando penso nele, não sei de que lado ele vem... se de lá, de cá se de dentro, de fora... de onde??? ele é assim dessa maneira... uma palavra que mais que derrepente vira tempestade e eu viro céu e mar porque tudo é imensidão. E ainda culpo a lua. E você por segredos que se escondem.foi assim, tempo de chuva. E isso de falar do tempo pra lembra dele é porque nenhum dia é como o outro de cada mudança, um pedaço, pedaço de dele, pedaço do que é escolhido do que é desejado do que é pensado pra não mais esqueçer. Isso talvez seria música se cada passo que eu desse fosse nota,... harmônica??? não.mas..."eu falo de um labirinto e você só quer andar em linha reta".então tire seu sorriso do caminho, porque é carnaval e "eu quero rir meu riso e derramar meu pranto para o seu contentamento". E assim se fala da colomina do tempo e do vício,... ele.
Escrito por Giselle às 21h29
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Seu moço...
"Eu queria trazer-te uns versos muito lindos
colhidos no mais íntimo de mim...
Suas palavras seriam as mais simples do mundo,
Porém, não sei que luz as iluminaria que terias de fechar teus olhos para as ouvir...
Sim! Uma luz que viria de dentro delas, como essa que acende inesperadas cores
nas lanternas chinesas de papel!
Trago-te palavras, apenas...
e que estão escritas do lado de fora do papel...
Não sei, eu nunca soube o que dizer-te e este
poema vai morrendo, ardente e puro, ao vento da Poesia...como uma pobre lanterna que incendiou!".
Escrito por Giselle às 13h04
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Supra-esterno
Todas as noites eu arranco meu "coração"
mas, no dia seguinte ele volta a crescer
novamente...amor.
Escrito por Giselle às 17h13
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Cantando pro novo ano...
Eu era tão feliz E não sabia, amor Fiz tudo o que eu quis Confesso a minha dor E era tão real Que eu só fazia fantasia E não fazia mal E agora é tanto amor Me abrace como foi Te adoro e você vem comigo Aonde quer que eu voe
E o que passou, calou E o que virá, dirá E só ao seu lado, seu telhado Me faz feliz de novo O tempo vai passar E tudo vai entrar no jeito certo de nós dois As coisas são assim E se será, será Pra ser sincero, meu remédio é te amar, te amar Não pense, por favor Que eu não sei dizer Que é amor tudo o que eu sinto longe de você
Escrito por Giselle às 19h25
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Registro
O Destino
Uma das características dos antigos gregos era o fato de eles serem fatalistas, isto é, acreditar que tudo que vai acontecer já está pré-destinado. Para eles, as doenças eram vistas como um castigo de Deus. Achavam também que os deuses podiam curar as pessoas, bastando para isso que lhes fosse feito o sacrifício apropriado.
Escrito por Giselle às 19h57
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Passeio no parque
Não sei, mas, passear no parque às vezes não pareçe tão saudavel. É que o caminho já foi ido e vindo tantas vezes, é que sempre ao ir embora tinha que passar por ele por meio de suas curvas, árvore, pessoas andando pra lá e pra cá um pequeno espaço de tempo e era tanta gente, tantos motivos, tantos sorrisos e angústias, determinação...e tantas coisas que eu gostaria que tudo fosse música.
Por mais caminhos inúmeros que existisse era por lá que eu caminhava chegando ou saindo era por lá que eu depositava a vida em segundos de sua travessia, porque sempre ele foi testemunha das vitórias, derrotas, tristeza, meio e fim...da dúvida também, dos medos e das vontades e o melhor, dos pensamentos que passam sempre ao sempre que por ali ando.
E tudo isso pra falar do turbilhão de sentimentos em segundos dos poucos passos que por ali andei hoje, mas se tudo fosse feito de música talvez o som não seria compreensivel...pelos motivos, pelas vontades e pelo embaralhamento de notas dentro da minha cabeça.
Pareçe loucura! mas foi só a travessia do Parque da Jaqueira onde me dirigia da Tamarineira até parada de ônibus onde seguia cansada para minha casa. Talvez tudo isso seja ruido de cansaço, quem sabe verdade, quem sabe até depositei a insegurança do que está dentro, amarrado. Quem sabe a música que eu queira não toque ainda nas estaçõe sde rádio.
Quem sabe até surtei porque tudo isso é uma caixa de bobagem.
Escrito por Giselle às 22h01
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Porque é dentro pra fora...
"Andei perdendo palavras por aí. Talvez por falar em excesso elas me faltem agora. As que saíram aos gritos duvido que voltem. Escaparam e deixaram vítimas durante a fuga. Uma pena. Mas em esforço de guerra dizem que perdas são justificáveis. Nunca acreditei muito nisso.
Andei perdendo palavras por aí. Talvez por ficar em silêncio elas me sobrem agora. E por serem excesso ocuparam o espaço antes reservado ao agrupamento ordenado delas. O crescimento desordenado de palavras é mais perigoso. Jamais pensei na possibilidade de um motim de palavras.
Andei perdendo palavras por aí. Das soltas e guardadas. Algumas entraram por um ouvido e saíram pelo outro. Outras entupiram narinas e muitas desceram pelos olhos.
Ainda ontem me olhei no espelho e vi que engordei. Ando comendo palavras saturadas. Um perigo. Preciso perder peso, perder palavras para reencontrá-las".
Sergio Fonseca
Escrito por Giselle às 17h52
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Matinal
De Repente, um VazioA enorme boca do Dragão se abre, me devora viva. Sem dor... Sem máculas... Enveredo-me por entre as ruelas do destino e encaro este mundo real. Este mundo ... Vazio.
A consciência, machuca.
Quisera não entender o que se passa aqui.
Ver os andarilhos esfomeados a rondar seus olhos...
Quisera poder perpetuar o sorriso de um menino...
Mas, o Dragão Vive...
Tórridas labaredas lançam-se para mim.
Enxergar esta Vida falha, sem anestesia...
É preciso ... calma. É preciso Alma...
Senhor, afasta de mim o Dragão, o Vulcão. Traga de volta a esperança de quinze anos atrás. Conduza meus passos largos no ritmo da sua dança. Preencha o vazio e faça eu lembrar das rosas e não dos seus espinhos.
Escrito por Giselle às 07h48
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Não sei foram as estrelas que se apagaram ou foi noite severina.
"Corre calma Severina noite De leve no lençol que te tateia a pele fina Pedras sonhando pó na mina Pedras sonhando com britadeiras
Cada ser tem sonhos a sua maneira Cada ser tem sonhos a sua maneira
Corre alta Severina noite No ronco da cidade uma janela assim acesa
Eu respiro seu deesejo Chama no pavio da lamparina
Sombra no lençol que tateia a pele fina Sombra no lençol que tateia a pele fina Ali tão sempre perto e não me vendo Ali sinto tua alma flutuar do corpo Teus olhos se movendo sem se abrir Ali tão certo e justo e só te sendo Absinto-me de ti, mas sempre vivo Meus olhos te movendo sem te abrir
Corre solta suassuna noite Tocaia de animal que acompanha sua presa Escravo da sua beleza Daqui a pouco o dia vai querer raiar."
Escrito por Giselle às 21h02
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Queixas
Ele mesmo dissera que se ela não estivesse satisfeita que fosse se queixar ao bispo. E ela foi. Contou tudo o que havia se passado entre eles: a acusação de ser ela a culpada dos pesadelos dele, os encontros só em dias sorteados no calendário, e não deixou de mencionar que ele não a queria com as unhas dos pés pintadas de vermelho, como ela sempre usara até conhecê-lo. Quando ela terminou, o bispo apenas disse, com a voz baixa e calma de quem passou a vida a ouvir queixas: "Volte hoje à noite, às dez. E venha com as unhas dos pés pintadas de vermelho."
Escrito por Giselle às 23h32
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Registro
"Quando a gente conversa Contando casos, besteiras Tanta coisa em comum Deixando escapar segredos E eu não sei que hora dizer Me dá um medo, que medo
...
E até o tempo passa arrastado Só pra eu ficar do teu lado Você me chora dores de outro amor Se abre e acaba comigo E nessa novela eu não quero Ser teu amigo
...
Eu já nem sei se eu tô misturando Eu perco o sono Lembrando cada riso teu Qualquer bandeira Fechando e abrindo a geladeira A noite inteira".
Escrito por Giselle às 10h43
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dos conselhos
"A minha mãe sempre disse que as recordações são sementes que se transformam em grandes árvores de um dia para o outro, impedindo-nos de ver o futuro."
Escrito por Giselle às 19h33
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Fica por aqui
...até renovar.
"Eu, por mim, queria isso e aquilo Um quilo mais daquilo, um grilo menos nisso É disso que eu preciso ou não é nada disso..."
Sérgio Sampaio
Escrito por Giselle às 14h54
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Porque nada sei.
De onde ele vem?! De que matéria bruta Vem essa luz que sobre as nebulosas Cai de incógnitas criptas misteriosas Como as estalactites duma gruta?! Vem da psicogenética e alta luta Do feixe de moléculas nervosas, Que, em desintegrações maravilhosas, Delibera, e depois, quer e executa!
Augusto dos Anjos
Escrito por Giselle às 20h19
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Na concentração
É que me vi perdida num bloco
num bloco que se chamava Mono
eu não sabia se eu estava no Monobloco
ou no bloco sozinha
pareçe redundante
mas é o que é agora
r-e-d-u-n-d-a-n-t-e
palavra esquisita que é a mesma coisa.
Hoje tem monobloco
e eu vou me largar nele denovo
mesmo que depois eu veja
que será apenas um MONOBLOCO.
Escrito por Giselle às 10h21
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Oferta de mel
Ah moço! procura tua felicidade com os olhos.
"Quem me dá calor? quem me ama ainda? dai-me mãos quentes!
Dai-me calor no coração!
Caído, tremendo como moribundo, cujos pés são aquecidos,
Estremecidos, ai! por ignoradas febres,
Tremendo sobre as flexas agudas da geada,
Acossado por ti, ó pensamento! Inefável Oculto! Detestável pensamento!
Caçador escondido além das nuvens! Fulminado por teu raio,
Tu, olho sarcástico, que me comtemplas na escuridão!
-Assim estou jazendo, Me contorço rolo, torturado
Por todos os martírios eternos, Ferido.
Por ti, o mais cruel dos caçadores,
Por ti, Deus desconhecido".
E é isso falar de desabafo...
é porque quero o que não quero, devagar.
É que me consome essa coisa de não dizer o que deve ser dito
isso de guardar...
Porque é como orvalho, no amanhecer...e só lá
Como arco-íris que vem de mistura
acontecendo no minuto de espaço e tempo
e nem se pode tocar.
Escrito por Giselle às 17h02
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registro
“pedia por costume, por vontade, por querer querer de querer bem, por insistência, porque se deixasse de pedir podia ser que ele esquecesse...”
Escrito por Giselle às 17h05
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Só por hoje...
este espaço é reservado para a poesia que não fiz. Para o verso previsível que no fundo me roubaram.
Escrito por Giselle às 15h24
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depois do filme...
"Medo da morte é coisa que tenho. Já olhei nos olhos dela, já há conheci no entanto, já discordei de suas idéias, já lhe expliquei, ponto por ponto, cada uma de minhas crenças. Nem estou atrás de desavença nem é nada pessoal não. Nada contra ela. Mas esse jeito de se chegar assim, toda se chegando, se fazendo de bondosa para enganar o sujeito, isso é coisa de gente com duas caras. Mesmo a morte não sendo gente, entramos em acordo, porque é tinhosa a danada"
Mais não posso contar o trato, porque só sei contar até aqui, em parte porque tenho que ir ali sossegar o coração...
E como cada palavra é sempre a última palavra, antes da próxima, e as próximas palavras é o tempo que vai dizer daqui pra frente, eu vou ficando por aqui mesmo. Já é tão tarde...
Escrito por Giselle às 01h03
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O labirinto
Zeus não poderia desatar as redes
de pedra que me cercam. Olvidado
dos homens que antes fui; sigo pelo odiado
caminho de monótonas paredes
que é meu destino.
Retas galerias que se curvam em círculos secretos
depois de anos.
Parapeitos que gretou a usura dos dias.
No pálido pó tenho decifrado
rastros que temo.
Chega-me pelo ar trazido
nas côncavas tardes um bramido
ou o eco de um bramido desolado.
Sei que na sombra há Outro, cuja sorte
É fatigar as longas soledades
Que tecem e destecem este Hades
e ansiar meu sangue e devorar minha morte.
Buscamo-nos os dois. Quem dera
fosse este o último dia da espera.
Escrito por Giselle às 00h34
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Ferris Bueller Day OFF
Well, shake it up baby now Twist and shout Come on, come on, come, come on baby now Come on and work it on out Well work it on out, honey You know you look so good You know you got me goin' now Just like I know you would
Well, shake it up baby now Twist and shout Come on, come on, come, come on baby now Come on and work it on out You know you twist, little girl You know you twist so fine Come on and twist a little closer now And let me know that you're mine, woo
Ah, ah, ah, ah Yeah, shake it up baby now Twist and shout Come on, come on, come, come on baby now Come on and work it on out You know you twist, little girl You know you twist so fine Come on and twist a little closer now And let me know that you're mine Well shake it, shake it, shake it, baby now
Escrito por Giselle às 10h58
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Do tempo...
Mário Quintana me contou...
Fere de leve a frase... E esquece... Nada Convém que se repita... Só em linguagem amorosa agrada
A mesma coisa cem mil vezes dita.
Voltar pra casa...foi o que fiz agora
vive, passa, fica. guarda
ah! que essa chave de lá pra cá só
estende o embaralhamento
perpétuo e isso de falar de eu agora
- que desfecho! Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
E Mário de lá grita - Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos se não fora A mágica presença das estrelas!
Voltar sim! aqui vivo de estrelas de encantamento
A lua, permito que passes por aqui.
Escrito por Giselle às 21h39
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Ricón despertado
"era tanta coisa acontecendo que nem sei se vai dar pra contar tudo.
Tomara que ninguém se tome por esquecido,
pois a história que aqui vai ser contada tem de todas um pedaço,
mas tem também uns pedaços que ficaram perdidos no caminho do tempo."
Escrito por Giselle às 21h50
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